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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Yvo Jacques Gros - In Memoriam

Yvo Jacques Gros - Banco do Brasil e Oficial de Inteligência da FEB

In Memoriam


Yvo Jacques Gros

Nasceu em Pelotas/RS e criado em Cachoeira do Sul/RS em  14 de Dezembro de 1922.

Filiação: 

Pai - Julio Gros, nasceu em 1888, Alemanha. Faleceu 1929.
Mãe: Lúcia Guilhermina Gros (Sol. Petersen), nasceu em 1888, Alemanha.
*Casaram em 1913.

Reservista de 2ª categoria em 1940 em Porto Alegre.

Piloto brevetado em Cachoeira do Sul em 1943.

Foi convocado para ir para a guerra com a FEB em 1944 como integrante do Banco do Brasil.

Na Itália foi transferido para ser um Oficial de Ligação com o Quinto Exército Americano e promovido a 1º Tenente (Pág. 10. Seção 1. Diário Oficial da União - DOU - de 12 de Fevereiro de 1944) porque ele falava cinco línguas fluentemente (inglês, italiano, alemão, russo e espanhol). Ele também atuou como Oficial de Inteligência na tradução de documentos capturados e de entrevista à prisioneiros de guerra.


Identidade militar:





Certificado de Reservista de 1940:


Reportagem de 1943 que ele aparece quando recebeu 
o breve de piloto na 1ª turma de Cachoeira do Sul/RS:





Sua Medalha de Campanha da FEB e Medalha de Guerra e caixa, fotografias e 
o documento de identificação militar que ele usou na Itália durante a Guerra:




Caixa da Medalha de Guerra:


Ele guardava a Medalha de Guerra e a Medalha de Campanha da FEB na mesma caixa, juntamente com a barreta metálica do passador da Medalha de Campanha que perdeu a fita com o tempo:


MEDALHA DE CAMPANHA 
(CONCEDER A) 
De acórdo com o disposto no Decreto n.° 6.795, de 17 de agôsto de 1944:

Aos tenentes coronéis Aurélio de Lira Tavares e Pedro da Costa Leite pelos motivos especificados e aos funcionários do Banco do Brasil mencionados na relação que se segue, por terem, como integrantes da Fôrça Expedicionária Brasileira, servido na Agência do Banco do Brasil junto à Fôrça Expedicionária Brasileira, sem nota desabonadora
:
Gerente: 
Gastão Luiz Detsi (coronel);

Contador: 
Pedro Paulo Sampaio de Lacerda (tenente-coronel);

Adjuntos: 
Armando Morais Ferreira e Charles Pullen Haxgreaves (tenentes-coronel);

Chefe de Tesouraria: 
Eduardo Dreux Junior (major);

Chefes de serviço: 
Léo Daltro Santos e Nélson Bueno Caracas (majores);

Subchefes de serviço: 
Carlos Margut Oliveira, Henrique Chevalier, Renato Areas Soares, Romeu José dos Santos (capitães);

Caixas: 
Raimundo Mendes da Fonseca e Telmo Ramos Ribeiro (capitães);

Funcionários: 
Alexandre Vitor Formiga Fontenele, Carlos Alberto Moscara, Carlos Augusto Alves dos Santos, Carlos Augusto Castro e Silva de Vincenzi, Dirceu da Silva Batista, Ernesto Serrano Vereza, Fernando Coelho Messeder, James Swan Júnior, João Benito Rodrigues Morais, Luis Leivas Otero, Luis Toledo Sanchez de Almeida, Newton Soares Modesto de Almeida. Pedro Berwanger, Pedro Borges Leitão Filho, Yvo Jacques Gros (primeiros tenentes);

Continuo: João José da Silva (cabo).

Pág. 9. Seção 1. Diário Oficial da União (DOU) de 25 de Abril de 1946.


Diploma da Medalha de Guerra datado de 1947:


Envelope de carta aberto pela censura, sendo censurado e devolvido ao remetente:



Imagens das "Tochas" à Roma e Paris:








Detalhe:




Nice:




Os nomes foram identificados como sendo todos do Banco do Brasil na FEB:

Fernando Coelho Messeder 
Carlos Augusto Castro e Silva de Vincenzi
Newton Soares Modesto de Almeida
Ivo Jacques Gros
João Benito Rodrigues Morais

Encontro com as Enfermeiras da FEB:




AGEFEB – Agência do Banco do Brasil S.A. Junto à F.E.B.


A história da AGEFEB, é um capitulo a parte no esforço de guerra brasileiro, onde 29 funcionários civis FARDADOS, atuaram junto aos nossos bravos soldados em 3 postos do território italiano. Câmbio, remessa de dinheiro, soldo, abertura de conta, seguro etc. tudo para garantir a assistência necessária.



Paisanos fardados, sim, esta é a história de vinte e nove funcionários do Banco do Brasil S.A. que seguiram rumo à Itália,, a fim de prestar os seus prestimosos serviços à Força Expedicionária Brasileira. Sua missão não era combater o inimigo, não era exterminá-lo; consistia tão somente em oferecer um serviço financeiro às nossas tropas. No entanto, os homens da AGEFEB, mantendo estreita ligação com os diversos órgãos da F.E.B., não se limitaram a isto; prestaram também outros relevantes serviços ainda que estranhos à sua atividade comum. Os seus serviços principais eram os seguintes : depósitos para guarda de dinheiro em contas corrente (caso único no Teatro de Operações da Itália); transferências para o Brasil; suprir de fundos a Pagadoria Fixa da F. E. B.; recolhimento e conversão de cruzeiros, dólares, francos, “travellers checks” em moeda circulante (lira) por ocasião da chegada de nossos homens à Itália; reconversão por ocasião do retorno ao Brasil das liras em cruzeiros; expedição e distribuição de telegramas; instalação de elementos em trânsito etc. . E neste trabalho saíram vitoriosos estes colegas de classe. Além disso, era a AGE­FEB representante do governo brasileiro junto à Seção Financeira do Q.G. Aliado.


Tal como acontecia com os restantes componentes da Força Expedicionária Brasileira, eles também não tinham hora para o trabalho; qualquer hora era boa. Enquanto havia expediente, eles o executavam. Não podiam deixar para o outro dia, pois o acúmulo de serviço transtornaria grandemente a sua boa marcha.

As suas responsabilidades eram duplas: além de serem os responsáveis diretos pelos cofres do Banco, trabalhavam num Tea­tro de Operações Bélicas, onde as ordens são muito mais severas do que numa localidade distante da guerra. Um pequeno descuido, era um transtorno tremendo para a Agência ! Calmos, meticulosos, conhecedores profundos de sua missão, cumpriram-na de maneira digna de todos os elogios.



Durante toda a Campanha da Itália, a AGEFEB instalou três escritórios : um em Nápoles, no edifício da “Reggie Poste Italiana”, que iniciou seus serviços em 2 agosto de 1944; outro em Roma, no “Banca Nazionale dei Lavoro”, que era a base de Administração e onde estava centralizada a escrituração, guardava-se o arquivo de documentos da Agência e iniciara seu exercício em l de setembro; e um terceiro em Pistoia, na “Cassa de Risparmio e Pescia”, o único em toda a Itália que acompanhava a tropa, tornando assim mais accessível o movimento de contas correntes e de transferências para o Brasil, iniciou suas atividades em 2 de dezembro.

Em virtude dos constantes deslocamentos da tropa para u frente, em caça cerrada ao inimigo, houve necessidade de deslocar-se o Escritório de Pistoia mais para a frente; e foi assim que se des­locou para Gênova (“Banco d’Italia y Rio de Ia Plata”), onde iniciou seus trabalhos em 12 de maio de 1945, quando já haviam cessado as hostilidades em todo o território italiano.



Com o término da guerra e consequente deslocamento da tropa para a região de Francolise, todos os funcionários que trabalhavam no Escritório de Génova foram transferidos para o de Nápoles, onde funcionaram até o definitivo encerramento dos serviços da AGEFEB. Com a junção do pessoal dos Escritórios das duas cidades mencionadas, viu-se a necessidade de transferi-los para outro prédio maior, que os pudesse alojar confortavelmente a todos eles. O “Banca Nazionale dei Lavoro” foi o prédio escolhido para tal finalidade.

Dirigida pelo Coronel Gastão Luiz Detsi, foi a AGEFEB um órgão indispensável e utilíssimo aos soldados da Força Expedicionária Brasileira. Não é minha intenção fazer fantasia em torno da atuação desses homens; meu fim não é este. A grande distância que separava a AGEFEB do Brasil, a difícil comunicação entre esta Agência e a Direção Geral do Rio e a consequente falta de elementos necessários a uma boa informação, isto tudo concorreu para que o seu serviço não fosse tachado de impecável.


Pagamento de saldo - "O salário de um soldado engajado era de 296,00 cruzeiros, equivalente a quase mil e quinhentas liras italianas (ou liras de ocupação). O soldado convocado recebia pouco mais de 80 cruzeiros. Segundo Aribides Pereira, que era engajado, recebia 200 liras, na Itália; outra cota era paga à família, em cruzeiros, e o restante era creditado em uma conta bancária, no Brasil." - Fonte: http://www.portalfeb.com.br/longa-jornada-com-a-feb-na-italia-salario-e-fontes-de-renda/



Colegas de classe, queiram aceitar os nossos parabéns e congratulações pela missão que desempenhastes. Sois merecedores dos mais calorosos elogios e da mais alta consideração por todos os brasileiros. Não sois profissionais da farda, porém, quando chamados ao desempenho de vossa missão, soubestes, como valorosos soldados, executá-la de maneira digna de todo os encômios. abandonastes o vosso conforto no lar, na Seção em que trabalháveis, para atender aos deveres de cidadão brasileiro. Se bem que distantes da linha de batalha, distantes da zona bélica, onde o troar dos canhões, o espocar das bombas e o rajar das metralhadoras por pouco não consome o indivíduo, levando-o não raras vezes às chamadas “neuroses de guerra”, fostes heróis, heróis sem armas. Vossos nomes também ocuparão páginas quando futuramente se escrever a história da Campanha da Itália, a história da gloriosa Força Expedicionária Brasileira, enfim, a história da AGEFEB.

Aos que lutaram junto da AGEFEB em prol dos ideais democráticos, nossas sinceras congratulações. Ao mesmo tempo, fazemos votos de que, na labuta pela vida, na luta pela existência, persistam para sempre naquela fibra inesgotável, naquela noção perfeita de responsabilidade, demonstradas no Teatro de Operações da Itália.

Referindo-se à AGEFEB, assim se manifestou o bravo Comandante da F.E.B., General de Divisão João Batista Masca-renhas de Morais : “Encerrada vitoriosamente a campanha no Teatro de Guerra da Itália, em que as armas brasileiras, no âmbito das tropas aliadas do V Exército, cobriram de glórias o pavilhão” nacional, renovo a minha admiração e a magnífica impressão que faço da cooperação prestada pela Agência do Banco do Brasil junto à F.E.B. e da conduta exemplar mantida, nesses árduos onze meses de luta, pela seleta turma de funcionários que a constitui.

Para o Comando, foi sempre uma satisfação estar em contato com os seus escritórios, onde tudo denotava ordem e perfeita organização e, na correção e presteza do serviço, lisura e honestidade dos processos, encontrou asseguradas as bases de uma interessada assistência ao movimento de fundos e à economia de sua tropa.

Seus escritórios, instalados em Nápoles, Roma e Pistóia — este, posteriormente, mudado para Génova, mantiveram estreita ligação com toda a F.E.B., desde as linhas mais’avançadas a Caserta.

À solicitude, iniciativa e capacidade de trabalho do seu pessoal, deve-se a espontânea colaboração que souberam dar à expedição e distribuição de nossas cartas e telegramas, à instalação dos elementos em trânsito pelas cidades de Roma e Nápoles e muitos outros serviços de real importância.

Imbuídos de um são patriotismo e de uma elevada noção de civismo, seus funcionários abandonaram inteiramente os interesses particulares e o conforto do lar e vieram compartilhar conosco do destino da F. E. B. e, aqui, numa inteligente e bem orientada propaganda, procuraram difundir dados sobre as riquezas e possibilidades do Brasil.

Cedo compreenderam os deveres e as responsabilidades de um militar, ambientando-se ao meio, dentro da maior camaradagem e respeito.

Transmitindo nos termos do louvor acima, as minhas congratulações e agradecimentos ao Coronel Gastão Luiz Detsi, faço votos pela sua felicidade pessoal e plenos sucessos em sua carreira e auto­rizo-o a estender, a seu critério, as presentes referências aos funcionários da Agência, que tão sábia e competentemente dirige”.

Fonte do Texto sobre a AGEFEB
O Brasil na Guerra – Kepler A. Borges

American Eagle Squadrons Uniform

Uniforme de um americano "Eagle" que lutou com a RAF e depois 
foi incorporado na Força Aérea do Exército Americano 
durante a Segunda Guerra Mundial:





Haviam três Esquadrões "Águia" de caças na Royal Air Force (RAF), formado com pilotos voluntários dos Estados Unidos durante os primeiros dias da Segunda Guerra Mundial (cerca de 1940), antes da entrada da América na guerra em dezembro de 1941.



Antes da entrada da América na guerra, muitos recrutas norte-americanos simplesmente cruzaram a fronteira e entraram para a Royal Canadian Air Force (RCAF) para aprender a voar e lutar contra os nazistas e fascistas. Muitos recrutas tinham originalmente ido para a Europa para lutar pela Finlândia contra os soviéticos na Guerra de Inverno. Alguns  eram homens rejeitados pela USAAF como "falta de habilidade de voar intrínseca", que em vez alistados com a RCAF.



Charles Sweeney, um rico empresário que mora em Londres, começou a recrutar cidadãos americanos para lutar como um destacamento de voluntários dos EUA na Força Aérea Francesa, ecoando a Esquadrilha Lafayette da Primeira Guerra Mundial. Depois da queda da França em 1940, uma dúzia desses recrutas se juntaram a RAF.



Os esforços de Sweeny também foram coordenados no Canadá, e no momento em que os Estados Unidos entraram na guerra em dezembro de 1941, havia processadas e aprovadas 6.700 candidaturas de americanos para se juntar ao RCAF ou RAF. Sweeny e os seus contatos da sociedade de ricos suportou o custo (US $ 100.000) de seleção, formação e transporte dos EUA para o Reino Unido para o treinamento.





Em 29 de setembro de 1942, os três esquadrões foram oficialmente entregue pela RAF à incipiente VIII Força Aérea do Exército dos Estados Unidos e se tornou o 4º Grupo de Caça, com os pilotos americanos se tornar oficiais da USAAF. Os pilotos "Eagle" ganharam 12 Distinguished Flying Crosses e uma Ordem de Serviço Distinto. Apenas quatro dos 34 pilotos "Eagle" originais ainda estavam presentes quando os esquadrões entrou para a USAAF. 



Dos oito pilotos originais no terceiro esquadrão, quatro morreram durante o treinamento, um foi desclassificado, dois morreram em combate e um era um prisioneiro de guerra. Cerca de 100 pilotos Águia tinham sido mortos, estavam desaparecidos ou foram presos. 

As negociações sobre a transferência entre as Esquadrilhas "Eagle" da RAF para a  USAAF teve que resolver uma série de questões. A RAF queria alguma compensação para a perda de três esquadrões da linha de frente em que tinham investiram pesadamente. Determinar o que classificar cada piloto assumiria na USAAF também teve de ser negociado, com a maioria sendo dada uma classificação equivalente a sua posição RAF. Por exemplo, um  Flight Lieutenant tornou-se na USAAF um Capitão, enquanto que um  Wing Commander tornou-se um tenente-coronel. 

Nenhum dos pilotos Esquadrão Águia já havia servido no USAAF e não tinha as asas de piloto americano. Como tal, foi decidido que ser entregue as asas piloto da USAAF após a sua transferência. Por concessão, os pilotos do Esquadrão Águia que foi transferido para o quarto grupo de caça de combate da USAAF foram autorizados a usar as suas asas da RAF, do tamanho reduzido, no lado oposto de seu uniforme, mas os veteranos  insistiram em ser autorizados a manter suas asas da RAF, como tinham ganho, ou seja, do tamanho normal (citação do livro "Tumult in the Clouds" de James A. Goodson).

Piloto usando as asas da RAF com tamanho reduzido, conforme regulamentação:




O Major General Carl Spaatz , chefe da USAAF na Europa, queria espalhar a experiência dos "Eagles" entre os vários novos esquadrões de caça dos EUA. No entanto, os pilotos dos três Esquadrões "Águia" queriam ficar juntos. Os 71, 121, e 133 esquadrões foram, respectivamente, designados pelo USAAF como o 334th , 335th e 336th como unidades completas e transferidas, mantendo seus Spitfires e P-47 Thunderbolts (tornou-se disponível em janeiro de 1943). O 4º Grupo de Caça voou Spitfires até a sua conversão ao P-47 foi concluída em abril de 1943.

Os veteranos do "Eagle" com suas asas da RAF no tamanho original:


Outros veteranos:





Uniformes de outros veteranos:




Kriegsmarine Mannschaftsmütze

 Kriegsmarine Mannschaftsmütze:


Os uniformes navais alemãs foram baseados em modelos tradicionais que remontam de projetos  da Marinha da Prússia em 1848 e, apesar de uniformes e coberturas de cabeça evoluíram durante os anos, muitos itens usados ​​durante o TR eram bastante parecidos com o aspecto de um marinheiro imperial. 



Um dos itens de chapelaria tradicionais utilizados durante o TR foi o gorro de marinheiro apelidado de "Pato Donald", destinado para  ser usados ​​por todos os marinheiros júnior até Suboficiais (Cabos). 


O projeto do curso sofreu numerosas modificações pequenas durante os anos seguintes no gorros de marinheiro, como a introdução de coberturas brancas e azuis removíveis e substituíveis, em abril de 1926. Em dezembro 1931, o padrão final foi introduzido e permaneceu em uso até o final da Segunda Guerra Mundial, sendo  as únicas alterações em torno das insígnias e faixas usadas. 


Os regulamentos de 29 de outubro 1936 substituiu a linha metálica dourada anteriormente utilizada para a faixa de identificação que eram colocadas no gorro por fios amarelos de celleon porque os fios metálicos tinham tendência a oxidar ficando um aspecto esverdeado por causa da maresia. 



Em 1º de novembro de 1938, a faixa "Kriegsmarine" foi introduzida para uso como medida de segurança para que os tripulantes não fossem identificados aos seus navios ou bases, ficando restrito o uso de identificações de navios restrito aos quartéis e nos navios no mar, era proibida a possibilidade de eles serem vistos por pessoal externo. 



Em setembro de 1939 foram abolidos todos as identificações de navios ou bases das faixas  para ser substituído por "Kriegsmarine"e isto durou toda a guerra.








- NOTA - 

Este espaço, Museu da Vitória - Nero Moura, é destinado à divulgação de histórias de veteranos de guerra através de seus objetos, e não possui nenhuma conotação ideológica de natureza totalitária, racista, discriminatória ou antidemocrática. 


Somos apolítico e focado na história militar e no estudo dos vários aspectos ligados a Militaria (estudo de objetos militares). Não toleraremos manifestações contrárias a nossa filosofia e objetivos.