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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Luftwaffe Offizierdolch - Zweite Modell mit Dolchgehänge

Luftwaffe Offizierdolch - Zweite Modell mit Dolchgehänge:


Em março de 1933, a Verband Deutscher Luftsport (Liga Alemã de Esportes Aéreos), foi criada mediante a incorporação de todos os clubes de voo civis. A DLV foi utilizada como uma organização civil para camuflar o treinamento de pessoal para a futura Luftwaffe (Força Aérea Alemã). 


Como uma organização civil foi de forma confiável para contornar as restrições impostas pelo Tratado de Versalhes, que proibia um serviço aéreo militar alemão. Em fevereiro e abril 1934 respectivamente a adaga da DLV foi introduzida para oficiais e uma faca para todos os membros das fileiras. Mais tarde, em 1934, os membros do "Fliegerschaft", o ramo militar secreto do SLD adotou as lâminas para o uso. Após o lançamento da Luftwaffe em março de 1935,  a adaga de oficial do SLD foi adotada para o uso pelos oficiais da Luftwaffe e suboficiais que  tinham a licença de piloto válida. 


Em 15 de julho de 1937, um segundo modelo de adaga da Luftwaffe foi introduzido para o uso por oficiais, candidatos a oficial e funcionários seniores  e o primeiro modelo que mais parecia um punhal foi interrompido. 


Regulamentações adicionais de março e agosto de 1940 estendeu o uso da adaga com segundo padrão para suboficiais sênios da reserva  e da ativa.


A adaga possui aproximadamente 29 centímetros de comprimento, feita de metal níquel banhado de prata, com lâmina de aço forjado tipo stiletto com uma superfície plana central. 


O punho possui a cor branca feito de baquelite (poderia ser laranja) com detalhes feitos de arame bem torcido de alumínio na cor prata inserido nas ranhuras na diagonal em ângulo. 



Detalhes do suporte da adaga (Dolchgehänge):



A bainha da adaga eram feita de chapa de aço magnético, banhada de prata. 




Era um dos itens mais apreciados pelos 
soldados Aliados como "Souvenirs de Guerra:



- NOTA - 

Este espaço, Museu da Vitória - Nero Moura, é destinado à divulgação de histórias de veteranos de guerra através de seus objetos, e não possui nenhuma conotação ideológica de natureza totalitária, racista, discriminatória ou antidemocrática. 


Somos apolítico e focado na história militar e no estudo dos vários aspectos ligados a Militaria (estudo de objetos militares). Não toleraremos manifestações contrárias a nossa filosofia e objetivos.

1935 Heer Offizierdolch mit Dolchgehänge

1935 Heer Offizierdolch:


Tradicionalmente, os oficiais do Exército Alemão usavam como parte do seu uniforme uma adaga de cerimonial, de acordo com a tradição da Era de Weimar (1919-1933), depois no Reichswehr (Força de Defesa Nacional) e num período do Terceiro Reich. Era uma tentativa de construir moral e bajular os membros do Exército. A adaga foi introduzida por AH num estilo punhal para ser usada de forma opcional com o uniforme ou em ocasiões mais formais, como festas e casamentos. 


O desenho desta adaga foi feito em Berlim pelo artista gráfico Paul Casberg foi oficialmente aprovada para uso em 4 de maio 1935, juntamente com o acessório para o equilíbrio da mesma quando quando usada pelo militar chamado de "portepee". Os "portepees" foram originalmente introduzidas no Exército Prussiano em 1808 e continuaram a ser usados com o uniforme de gala, como uma tradição e um item de identificação na Primeira Guerra Mundial, também na Era de Weimar e no Terceiro Reich, com pequenas modificações. 


Originalmente concebido como um item funcional para garantir que a adaga ficasse com o punho equilibrado para cima, virou um acessório puramente decorativo. O "portepee" da adaga foi introduzido oficialmente em 4 de maio 1935 e foi destinado para uso por todos os oficiais e Sargentos com a permissão de usar a adaga. 


A adaga apresenta uma construção de aço com aproximadamente 26 centímetros de comprimento com bainha forjada em níquel e banhada em prata. A lâmina é stiletto com um comprimento total, incluindo o cabo, de aproximadamente 38 centímetros. 


A copa em relevo, possui a Águia do Exército com estilo nacional com as asas estendidas, segurando uma trança.




A lâmina possui a marcação do seu fabricante "PUMA" e a região de "Solingen". Todas as lâminas de punhal originais foram feitas na cidade alemã de Solingen por um dos cerca de 42 empresas.





Detalhes do "Dolchgehänge" (suporte):





A produção da adaga era para ser descontinuada como pelo Regulamento de 27 de maio 1943. Foi proibido por ordem de setembro de 1944 e regras adicionais de dezembro 1944. Foi indicado que o oficial usasse uma pistola no lugar da adaga.


Era um dos itens mais apreciados pelos soldados 
Aliados como "Souvenir de Guerra":



Local onde era fixado o suporte da adaga dentro do uniforme: 


Notem a espera no uniforme para que a ponta do suporte passasse por de baixo da aba do bolso externo do uniforme e prendesse no gancho costurado dentro do mesmo.

- NOTA - 

Este espaço, Museu da Vitória - Nero Moura, é destinado à divulgação de histórias de veteranos de guerra através de seus objetos, e não possui nenhuma conotação ideológica de natureza totalitária, racista, discriminatória ou antidemocrática. 


Somos apolítico e focado na história militar e no estudo dos vários aspectos ligados a Militaria (estudo de objetos militares). Não toleraremos manifestações contrárias a nossa filosofia e objetivos.

Distintivos da Arma de Engenharia da Exército Brasileiro

Distintivos da Arma de Engenharia da Exército Brasileiro:


Soldado de Stefani, do 9º Batalhão de Engenharia 
da FEB com distintivo da Arma de Engenharia no seu bibico:







Os distintivos bordados são da época do Império e 1ª República. Os de metal claro são mais antigos (anos 10-20), sendo que o dourado nunca tinha visto outro. Os escuros são dos anos 30 e início dos anos 40.





Pode-se considerar que as origens do DEC remontam a 1915, quando, fruto de reorganização da Força Terrestre, foi criada a Diretoria de Engenharia, diretamente subordinada ao então Ministério da Guerra. 

2° Batalhão Ferroviário: “A constante presença do Batalhão Mauá”:


Nossa Engenharia na Segunda Guerra Mundial:




A evolução tecnológica e doutrinária motivou a reorganização do Ministério da Guerra. O Decreto-Lei 9.100, de 1946, ampliou a missão da Engenharia, confiando-a a dois Departamentos:

1. Departamento-Geral de Administração, que englobava entre outras as Diretorias de Engenharia e de Transmissões; e

2. Departamento Técnico e de Produção, que enquadrava entre outras, a Diretoria de Obras e Fortificações e a Diretoria de Serviço Geográfico do Exército.

Era mais um passo no aperfeiçoamento da organização em direção ao atual sistema setorial. 



Em 1952, a Diretoria de Engenharia foi desdobrada em Diretoria Geral de Engenharia e Diretoria de Material de Engenharia, passando a Diretoria de Transmissões a denominar-se Diretoria de Comunicações. 

Em 1956, a Diretoria Geral de Engenharia foi transformada em Diretoria Geral de Engenharia e Comunicações que, com as Diretoria de Obras e Fortificações, de Vias de Transportes, de Patrimônio do Exército e a de Comunicações, passou a integrar o Departamento de Produção e Obras. 

Desfile do grupamento da Companhia de Equipamentos e Engenharia que atuou na construção da Estação Veríssimo de Matos, no Sete de Setembro de 1962:


Militares do II Batalhão Ferroviário, o Batalhão Mauá, 
em desfile pelas ruas de Araguari, no ano de 1965:


Em 27 de janeiro de 1971, é criado o Departamento de Engenharia e Comunicações, congregando as Diretorias de Obras Militares, de Obras de Cooperação, de Patrimônio, de Serviço Geográfico e de Comunicações que, posteriormente, se desdobrou em Diretoria de Telecomunicações e Diretoria de Material de Comunicações, ficando esta subordinada ao Departamento de Material Bélico. 

1º Batalhão Ferroviário:




Em 1983, vem integrar-se a este Departamento a Diretoria de Informática. 

Em 13 de março de 1998 passou a denominar-se Departamento de Engenharia e Construção, sendo composto a partir desta data das Diretorias de Obras de Cooperação, de Obras Militares, do Serviço Geográfico e de Patrimônio. 

Pelo Decreto 3.386, de 17 de março de 2000, a Diretoria de Serviço Geográfico (DSG) teve a sua subordinação mudada do Departamento de Engenharia e Construção para a Secretaria de Tecnologia da Informação.

RUPE 1942:



É fato pouco conhecido pelo público em geral que, sob a denominação de Militar do Exército Brasileiro, existe uma ampla gama de especializações desempenhadas por cada integrante da Força Terrestre, abrangendo os mais diversos campos de atividades, e que, na maioria dos casos, define toda a carreira militar desses indivíduos.

A grande divisão dessas especializações é definida pela Arma, Quadro ou Serviço a que pertence um militar do Exército. As Armas englobam o militar combatente por excelência, radicionalmente a atividade-fim da profissão. Os Quadros reúnem os militares que, de origem diversa, aglutinam-se dentro desses quadros com uma finalidade geral própria. Por fim, há os Serviços que, como o termo indica, têm uma atividade de apoio bem definida, normalmente de cunho logístico.

As Armas dividem-se em dois grupos: as Armas-Base (Infantaria e Cavalaria) e as Armas de Apoio ao Combate (Artilharia, Engenharia e Comunicações).


Os Quadros principais; na atualidade; são: o Quadro de Engenheiros Militares (QEM); com seus integrantes formados ou profissionalizados pelo tradicional Instituto Militar de Engenharia - IME; o QEM tem a seu encargo a maior parte do trabalho técnico de engenharia não-combatente como a área de C & T; bem como a produção do material bélico; nas fábricas e arsenais. O Quadro de Material Bélico (QMB); também formado na AMAN; trata das atividades gerais de manutenção dos equipamentos bélicos da Força; incluindo suas viaturas. 

Fontes:

http://www.dec.eb.mil.br/historico/
http://www.eb.mil.br/armas-quadros-e-servicos/