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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Bandeira do Brasil - Modelo de Viatura

Bandeira do Brasil - Modelo de Viatura:
21 Estrelas - 1ª a 3ª República
(1889 - 1946)






A bandeira era presa na antena do veículo:


Também era usada em desfiles presa a baioneta com um guarda bandeira:


A atual Bandeira Nacional foi adotada pelo decreto n.° 4, de 19 de novembro de 1889, quatro dias após a Proclamação da República, que ocorreu em 15 de novembro de 1889. Sua elaboração foi realizada por Raimundo Teixeira Mendes (positivista), Miguel Lemos (diretor do Apostolado Positivista do Brasil), Manuel Pereira Reis (astrônomo) e Décio Vilares (pintor).

A bandeira do Brasil é formada por um retângulo verde, no qual está inserido um losango amarelo, cujo centro possui um círculo azul com estrelas brancas (atualmente 27) e com uma faixa branca, que contém a frase: “Ordem e Progresso”. Cada elemento da bandeira possui um significado:

Significados dos elementos da Bandeira Nacional:

- Verde: simboliza a pujança das matas brasileiras;
- Amarelo: representa as riquezas minerais do solo;
- Azul: o céu;
- Branco: a paz;
- Estrelas brancas: representam cada estado brasileiro e o Distrito Federal;
- A frase “Ordem e Progresso”: influência de Auguste Comte, filósofo francês fundador do positivismo.

As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro.

As estrelas na Bandeira Nacional estão distribuídas conforme o céu da cidade do Rio de Janeiro às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889, no qual a Constelação do Cruzeiro do Sul se apresentava verticalmente em relação ao horizonte da capital carioca. Entretanto, Raimundo Teixeira Mendes elaborou um desenho contrariando alguns aspectos da astronomia, priorizando a disposição estética das estrelas, e não a perfeição sideral.

A primeira versão da bandeira era composta por 21 estrelas, que representavam os seguintes estados: Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba do Norte (Paraíba), Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Município da Corte.

Na quarta República passou para 22 estrelas (1946-1964).

Posteriormente, foram inseridas novas estrelas por meio das modificações da Lei n° 5.443, de 28 de maio de 1968, que permite atualizações no número de estrelas na Bandeira sempre que ocorrer a criação ou a extinção de algum estado. Nesse sentido, seis estrelas foram inseridas para representar os estados do Acre, Mato Grosso do Sul, Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins. Essas foram as únicas alterações na Bandeira do Brasil desde que ela foi adotada. Nesta época a bandeira tinha 23 estrelas.

A versão atual da Bandeira Nacional Brasileira com 27 estrelas entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.

Quando ela fica velha, rasgada ou desbotada deve ser substituída por uma nova. A antiga é entregue a uma unidade militar para ser incinerada no dia 19 de novembro (Dia da Bandeira).

Usada pela FAB:



terça-feira, 13 de setembro de 2016

Die Medaille der deutschen Volkspflege ohne Schwerter

Die Medaille der deutschen Volkspflege ohne Schwerter:


As condecorações para Deutschen Volkspflege (Serviço de Saúde) foi adoadas por AH em 01 de maio de 1939 por Regulamento. A abertura da regulamentação era: "Por méritos no domínio do bem-estar público, para Organização de Socorro no Inverno, para os que oferecem cuidado aos doentes e feridos em paz como na guerra, os serviços de emergência, o cuidado ao povo alemão e aos cuidados de cidadãos alemães no estrangeiro, estou criando as estas condecorações para premiar as pessoas alemãs que se importam com os outros." 


O prêmio tomou o lugar das condecorações que deixaram de ser emitidas a partir dessa data pela Cruz Vermelha Alemão. 




As condecorações tinham em cinco classes:

1. Medalha de Classe Especial (estilo Cruz Germânica)
2. Medalha I Classe (usada no pescoço como a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro)
3. Medalha II Classe (Num cruz com presilha, estilo Cruz de Ferro de 1ª Classe)
4. Medalha III Classe (Medalha no formato de uma Cruz esmaltada com a Cruz de Ferro)
5. Medalha



A partir de 30 de janeiro de 1942 a Medalha de 2ª Classe também poderia ser entregue com espadas cruzadas na fita para representar "mérito em combate", somente com autorização do Alto Comando do Exército.


- NOTA - 

Este espaço, Museu da Vitória - Nero Moura, é destinado à divulgação de histórias de veteranos de guerra através de seus objetos, e não possui nenhuma conotação ideológica de natureza totalitária, racista, discriminatória ou antidemocrática. 


Somos apolítico e focado na história militar e no estudo dos vários aspectos ligados a Militaria (estudo de objetos militares). Não toleraremos manifestações contrárias a nossa filosofia e objetivos.

Luftschutz Ehrenzeichen - 2. Klasse

Luftschutz Ehrenzeichen - 2. Klasse:



As condecorações de Defesa Civil foram instituídas por AH em 30 de janeiro de 1938, em duas classes de concessões para o cidadães alemãs servindo no RLB - Reichs Luftschutz Bundot (Liga Nacional de Proteção de Ataques Aéreos) da SHD - Sicherheits und Hilfs Dienst (Serviço de Assistência a Segurança), o WERKSCHUTZ (Polícia  de Proteção à Fábricas) e a Ordnungspolizei (Polícia de Ordem), que haviam participado da defesa aérea civil alemã a partir de janeiro de 1933. 



A premiação de 1ª Classe era concedida para um serviço excepcional, enquanto a de 2ª Classe foi entregue para serviço honorável e digno. Os regulamentos de 4 de maio de 1937 estendiam estas condecorações para as pessoas que não eram alemães, se estas preenchessem os critérios exigidos.



Com aproximadamente 40 milímetros de diâmetro  e construção de zinco, a medalha apresenta uma coroa de folhas de carvalho em relevo para a borda externa e a gravação "Für Verdienste im Luftschutz" (Por Méritos na Defesa Aérea) no anverso. O inverso também tem a grinalda com folhas de carvalho em relevo e a data instituição "1938". 



- NOTA - 

Este espaço, Museu da Vitória - Nero Moura, é destinado à divulgação de histórias de veteranos de guerra através de seus objetos, e não possui nenhuma conotação ideológica de natureza totalitária, racista, discriminatória ou antidemocrática. 


Somos apolítico e focado na história militar e no estudo dos vários aspectos ligados a Militaria (estudo de objetos militares). Não toleraremos manifestações contrárias a nossa filosofia e objetivos.

U.S. Vietnam Era M1C Paratrooper Airborne Helmet

U.S. Vietnam Era M1C Paratrooper Airborne  Helmet:


O capacete M1 da década de 1960 tem um perfil mais baixo do que os capacetes M1 da Segunda Guerra Mundial, mas o projeto básico não foi alterado. A jugular era tipicamente fixado em torno da parte traseira do capacete. Existem muitos dos capacetes era do Vietnã que ainda possuem o casco de aço da época da Segunda Guerra (este modelo demonstrado é do padrão 1945, ou seja, o fechamento é na parte de trás e é um "Swivel bale" (fixadores das correias da jugular são móveis) e as correias de lona da jugular são na cor usada durante a Segunda Guerra. Um detalhe importante, a jugular do casco da era da Guerra do Vietnam era unida com presilhas que poderiam ser destacáveis.


A cobertura camuflada tipo "Mitchell" era um padrão de camuflagem feita com corantes orgânicos selecionados e pigmentados com resina aderente para uma maior resistência na selva e umidade. De um dos lados tinha o padrão para selva com simulações de folha verdes e tons de castanho para o uso na primavera e no verão, e do outro lado cores marrons para operações de outono e inverno. Para uma camuflagem adicional, a cobertura continha pequenas ranhuras para inserção de vegetação natural. Este capacete vinha de fábrica com uma banda elástica no capacete que também poderia ser usado para manter no lugar folhagem. Era uma correias de algodão elástica que era colocada ao redor do capacete. Ela foi projetado para segurar folhagem, a fim de misturar o capacete para o terreno circundante. No Vietnam, no entanto, era mais comum ser usada para armazenar itens pessoais, como cigarros, papel higiênico, repelente de insetos ou uma revista de reposição. Também era usada um tira de borracha feita de câmaras de pneus, mas facilmente esta borracha ressecava e arrebentava com o tempo e utilização. 


Alguns capacetes ainda podem ser encontrados com uma capa camuflada com graffiti escrito nela. O graffiti em capas de capacete era um meio de expressar identidade e opinião do soldado. 


As capa de sarja de algodão foram definitivamente feitas na década de 1960. As primeiras capas padrão "Mitchell" ainda eram marcadas com "FSN" (Federal Stock Number). As coberturas camufladas posteriores tinham marcadas "DSA". Muitas capas foram feitas pela Sociedade para Cegos de  Minneapolis.


O liner de fibra é característico da Guerra do Vietnam com a pintura interna e externa na cor verde de selva, tem  um sistema de suspensão de 6 pontos constituído por correias de algodão com 3 tiras ajustáveis. Existem também três pequenas fivelas ligado ao interior do forro utilizados para fixar um reforço para o salto de paraquedas para proteger a nuca. 


O "headband" (uma cinta web coberta de couro) vinha com 6 grampos de metal e uma fivela para fixar e ajustar a cabeça ao forro. Os clipes de bloqueio passam em torno do cinto em torno do interior do capacete. As extremidades abertas dos clipes devem estar apontando para cima quando a banda estava na cabeça do soldado para facilitar o ajuste, mas deveriam ser ajustadas antes de colocar o capacete na cabeça.